domingo, 16 de junho de 2019

Mariposas de Goiás

Achei essas borboletas/mariposas no meu apartamento queria saber as espécies.
Vinicius Gonçalves de Anápolis, Goiás.
Ambas são mariposas, a primeira foi ficar devendo por enquanto, não sei nem mesmo a família, mas a segunda é uma Hyalurga sp. (Erebidae: Arctiinae: Arctiini: Pericopina), semelhate a H. leucophaea e H. peritta, parece estar envolvida em mimetismo com algumas borboletas e outras mariposas.

Lagartas Lasiocampídeas em Minas Gerais

Saudações Cesar.
Fotografei esta lagarta em São Roque de Minas/MG.
Seria possivel a ID???
Abraços.

Marquinhos.
Marcos Cesar Campis de Morro Agudo, São Paulo.
São Lasiocampidae, penso eu que Euglyphis sp. (Macromphaliinae). Sabe dizer em qual árvore estão hospedadas?

Aranha Tecedeira em São Paulo

Bom dia, encontrei essa aranha na porta da geladeira, acredito ter vindo da parte de trás da casa onde há várias árvores e muito mato, aqui em Suzano - SP, pensei ser uma aranha verde de huntsman mas estranhei ter 6 patas e a parte do abdômen sem nenhum "pelinho" e ser bem brilhante, fora o desenho e patas marrons.
Adonias Júnior.
Aranha verde de huntsman parece ser uma tradução automática um tanto ruim de green huntsman spider, embora nós tenhamos nossos próprios esparassídeos verdes, o termo costuma se referir a aranhas do Velho Mundo. Este bicho é uma tecedeira da família Araneidae, não consigo assegurar o gênero, mas pode ser Araneus, o número reduzido de pernas significa apenas que ela teve pernas amputadas, embora o terceiro par destas aranhas seja reduzido, o que pode confundir por foto.

sábado, 15 de junho de 2019

Papa-Moscas Maeota em São Paulo


Olhem que papa-moscas pequenina e simpática me apareceu em casa. Creio que pude identificar corretamente como macho de Maeota dichrura (Salticidae: Euophryinae/Salticinae: Euophryini), que de acordo com Tree Of Life é "Uma extraordinária aranha euofriina da América do Sul. Os machos têm fiandeiras muito longas com pontas pretas. Como elas são usadas, ainda não se sabe".

Aranha Tecedeira Parawixia no Rio Grande do Sul

creio que são mais parawixia sp a bordo de embarcação em porto alegre
Márcio Tavares.
Seria bom vê-la em vista dorsal, inteira, mas me parece ser sim, Parawixia sp. (Araneidae).

Ciclo de Mariposa Nystalea no Espírito Santo

Acabou de emergir Cesar. A planta hospedeira é aroeira.
Kel de Cariacica, Espírito Santo.
Esta é uma Nystalea sp.(Notodontidae: Nystaleinae) e é nosso segundo ciclo, vale o mesmo que para aquela do Marcelo, é uma espécie muito semelhante a N. ebalea, acrescento agora N. eutalanta, mas estas espécies, a princípio, não ocorrem no Sudeste do Brasil, enquanto há várias opções sem imagens disponíveis.

Borboletas Euptychiina do Espírito Santo

Muito obrigada. Essas duas tem como id, Cesar?
Kel de Cariacica, Espírito Santo.
São Euptychiina (Nymphalidae: Satyrinae: Satyrini) e aqui, sem chances de eu dar qualquer segurança, são sempre palpites, tentativas. Eu diria Cissia phronius (= Parypthimoides phronius) e Paryphthimoides poltys.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Besouro Pelidnota no Rio Grande do Sul

Boa tarde, César. Sou de Pelotas-RS e encontrei esse besouro no interior da cidade, em um sítio. Não é a primeira vez que vejo um desses no local, tanto que me disseram que é uma praga pois tem larvas muito grandes que destroem raízes de árvores. Essa info confere? Eu tentei identificá-lo sozinha, cheguei a Chrysina sp. porém estou em dúvida quanto a espécie. Se puder ajudar, agradeço.
Carolina Rolim.
Carol, não me parece que este gênero ocorre no Brasil, se vier a ocorrer, pela distribuição, deve ser mais esperado no extremo Norte. Meu palpite neste, há muitas espécies no gênero, é Pelidnota semiaurata citripennis (Scarabaeidae: Rutelinae: Rutelini). Segundo Moore et al. (2017):
Estádios imaturos são conhecidos por apenas alguns dos gêneros de pelidnotinos, incluindo (...), Chrysina (...), e Pelidnota. Com base em estudos de história de vida, os ciclos de vida têm um a dois anos de duração (...). As larvas são saproxilófagas (...) e se alimentam de madeira seca e podre (...), troncos ocos e troncos de árvores (...), matéria orgânica no solo e raízes podres (...).
Não vejo literatura falando especificamente sobre esta espécie, mas baseado em outros do gênero, a importância agrícola parece ser sempre associada aos adultos que consomem folhas e flores, larvas costumam se alimentar de matéria morta (1, 2), sendo assim muito importantes na natureza como recicladores.

ps.: Fui encaminhar a postagem e recebi a mensagem "The post you are trying to reply to has been removed."

Besouro Omophoita em São Paulo

Segue o que eu achei no manjericão, anteontem. Também deve ser Omophoita argus ou O. annularis (Chrysomelidae: Galerucinae: Alticini), pelo jeitão!
Fabio Sachs de São Roque, São Paulo.
Isso mesmo, o Lucas pegou o jeito destes bichos, mas estas duas espécies são difíceis de serem separadas.

Mariposa Licha em Minas Gerais

Cesar, td bem? Segue mais uma mariposa desconhecida, pelo menos pra mim, que pousou na parede de nossa granja. Achei ela um pouco diferente do que tenho visto por aí.
Abraços,
Marcelo Brito de Juiz de Fora, Minas Gerais.
De acordo com o CTFB, nós temos três espécies no gênero Licha. A Esalq tem uma imagem de Licha undilinealis e combina com ela, mas é a única espécie com imagens online, as poucas incluem uma do Marquinhos. Há ainda uma ilustração Felder & Roggenhofer, 1874 que corrobora com a identificação.

Para o CTFB ela é Noctuidae: Noctuinae, para a Esalq ela é Erebidae: Calpinae (e constava antes como Erebinae), para o NHM ela é Noctuidae: Acronictinae.

Está difícil saber onde deve ser a classificação atual, mas devo dizer que só consegui a identificação por que eu já conhecia que a Esalq tinha imagem dela e, por me parecer Erebidae (por causa dos palpos), foi lá que procurei e encontrei, por não ter segurança, eu estou usando os dois marcadores para esta espécie.